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 João-francisco Rogowski

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Meu interesse no tema que tratarei a seguir, começou quando eu cursava a Faculdade de Direito no final da década de 70, precisamente quando um familiar meu, muito querido, honrado, correto em seus negócios, passou por angustiantes problemas financeiros.

Depois, como Advogado Empresarial, por décadas presenciei o drama de muitos empresários endividados com bancos, fisco, e etc.

Os estudos que iniciei nos bancos universitários, prosseguiram por todos os anos subsequentes e continuam até hoje.

Administração das dívidas

Após décadas de pesquisa, desenvolvi o Rogowski Método De Gestão Científica Do Passivo Empresarial, que eu testei por 15 anos assessorando empresários em dificuldades, inclusive, um reconhecido presidente da Associação Comercial no Vale dos Sinos no Estado do Rio Grande do Sul.

Induzimento ao endividamento

Hodiernamente, os indivíduos estão mais endividados do que nunca. No meu livro “Dívidas um Fenômeno Mundial”, eu analiso a questão do induzimento ao endividamento por Bancos, empresas de cartões de créditos, inclusive, universidades e outros, e cito os posicionamentos da doutrina e da jurisprudência dos Tribunais estadunidenses que já detectaram e estão enfrentando esse induzimento que tem reflexos no cometimento de delitos por jovens, que praticam furtos e até roubos (subtração com violência) a fim de comprar roupas, calçados da moda, celulares caros e outros aparelhos eletrônicos.

Vida financeira tumultuada

Uma vida financeira tumultuada é a causa de muito sofrimento e danos às pessoas naturais e empresas.

Nunca foi a vontade de Deus, nosso Pai, que sofrêssemos, por isso, abordarei aqui a questão sob a ótica cristã, com dicas e orientações para superar eventuais problemas.

O modo como o cristão lida com o dinheiro é tão importante quanto a maneira como ele vive a sua fé.

O cristão é exemplo para aqueles ao seu redor, não apenas espiritualmente, mas também pela maneira como gerencia suas finanças.

Você é um bom mordomo para Deus na gestão do dinheiro?

Lemos nas escrituras esta advertência: Na casa do sábio há comida e azeite armazenados, mas o tolo devora tudo o que pode. (Provérbios 21:20 - NVI)

A Bíblia afirma que o tolo é aquele que gasta todos os seus recursos, sem guardar nada.

Com tal atitude e estilo de vida certamente haverá problemas financeiros.

Quatro dicas para sair do sufoco

A seguir, quatro dicas que o ajudarão a mitigar os problemas e melhorar a sua saúde financeira.

1. A necessidade de ter um orçamento

O que sua fé em Cristo tem a ver com você ter e ser guiado por um orçamento financeiro?

Tem tudo a ver!

Nossa fé nos chama a ter uma perspectiva correta em questões financeiras. Exige contentamento e viver dentro de nossos meios. A escritura diz:

De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. (1 Timóteo 6:6-8 - ARA).

Você vê que uma pessoa contente se esforçará para viver dentro de seu orçamento, ou, se esforçará para ganhar mais e não se endividar.

A disciplina financeira é reforçada através da aplicação do orçamento. Se você se ater a isso, evitará problemas financeiros.

Dinheiro sem orçamento e planejamento tende a criar asas e fugir para longe de nós.

A sabedoria de José do Egito

A sabedoria e o conhecimento de Deus são ingredientes indispensáveis para o equilíbrio e sucesso financeiro em nossas vidas.

Ore pedindo a sabedoria de José que, no tempo das vacas gordas soube economizar para o período das vacas magras.

A Bíblia afirma que Deus nos dá sabedoria, generosamente, e não joga na cara: E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. (Tiago 1:5 - ACF)

2. Sobre a caridade

Do latim carĭtas, caridade é uma virtude teologal do cristianismo que consiste em amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo.

Infelizmente, os cristãos não estão excluídos de tendências egoístas. Muitos de nós e até algumas de nossas igrejas criaram problemas financeiros monstruosos por se fecharem sobre suas próprias necessidades, ignorando o sofrimento de outros necessitados.

Não devemos ser cegos pela ganância e egoísmo e esquecer a benevolência. Assim como Deus é benevolente para conosco, sejamos também para o próximo, cumprindo a ordenança de Cristo: ame a teu próximo e faça aos outros o que queres o façam para ti. (Mateus 7:12; 22:39)

É importante lembrar que todo dinheiro que que o Pai Celestial permite fluir à nossas mãos é um dom, um presente, para nossa felicidade e para investir no Reino de Deus aqui na terra, e jamais destinado ao consumismo desenfreado com coisas supérfluas, como ensinam as Sagradas Escrituras:

E, quando Deus concede riquezas e bens a alguém e o capacita a desfrutá-los, a aceitar a sua sorte e a ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus. (Eclesiastes 5:19 - NVI).

Dar o peixe ou ensinar a pescar

Ao vermos as necessidades das pessoas ao nosso redor, o nosso coração deve estar cheio de compaixão, assim como o nosso Pai Celestial tem compaixão para com todas as pessoas. "O SENHOR é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras" (Salmo 145:9). Nosso Salvador Jesus Cristo disse: "Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai." (Lucas 6,36)

A hermenêutica bíblica nos diz que devemos extrair o verdadeiro sentido dos textos sagrados, a quem eles se destinam, etc.

Ora, Jesus trabalhava, Maria e José trabalhavam, o Apóstolo Paulo fabricava tendas para se sustentar, então, certamente, é de se concluir que a bíblia manda ajudar aos necessitados por causa de infortúnios, casos fortuitos e de força maior, catástrofes naturais, enfermidades, intempéries climáticas, guerras, acidentes, etc.

Os Apóstolos e tampouco o Senhor Jesus, pretenderam que sustentássemos malandros, indolentes, irresponsáveis, espertalhões, aproveitadores. A ajuda que podemos dar a essas pessoas é exortá-los ao arrependimento, à conversão de seus maus caminhos, e a entregarem suas vidas ao nosso Salvador Jesus Cristo.

Está escrito em 2 Tessalonicenses 3:10: "Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma."

Há pessoas que querem viver um estilo de vida irresponsável com absolutamente nenhuma responsabilidade ou previdência.

Portanto, deve haver limites; vamos ajudar alguém com uma necessidade real, mas se percebermos que isso se tornou um crônico padrão de vida, é errado que continuemos a incentivar tal comportamento.

É muito prejudicial contribuir para a indolência, preguiça e falta de esforço por parte de outras pessoas. O velho ditado: "Dê a um homem um peixe e ele come por um dia, ensine-o a pescar e ele come por toda a vida" é muito verdadeiro.

Muitas vezes, uma maneira bem mais eficaz de ajudar é estar ao seu lado para dar conselhos e incentivo com base em princípios bíblicos.

Se estiverem realmente dispostos a ouvir e se esforçar, eles devem ser capazes, através do poder do Espírito Santo dentro de si, de reverter esse padrão de dependência em outras pessoas. Isso começa, é claro, com uma apresentação clara do evangelho de Jesus Cristo, cuja capacitação é essencial para que mudanças desta magnitude no estilo de vida sejam possíveis.

Também devemos levar em consideração o que a Bíblia nos diz sobre ser bons administradores. Quando passamos a andar com Deus e colocarmos a nossa confiança n’Ele, Ele suprirá as nossas necessidades (Filipenses 4:19).

Devemos usar com sabedoria aquilo que o Senhor nos dá. Devemos prover as necessidades de nossas famílias; também devemos pagar as nossas contas.

Como usamos o nosso tempo também faz parte de ser um bom administrador aos olhos de Deus; equilibrar de forma saudável o nosso tempo de envolvimento na Obra, de adoração, trabalho e família, é importante.

Estes são aspectos importantes da administração e não podem ser negligenciados – por isso devem ser levados em consideração na decisão de como e o que podemos fazer para ajudar os outros. Se, por ajudar alguém financeiramente, somos incapazes de cuidar das nossas próprias dívidas e responsabilidades, então não estamos corretos em nossos esforços para ajudar.

Há muitas maneiras de se aproveitar de outras pessoas. É importante que oremos sobre essa questão, pedindo a Deus que nos mostre o que Ele quer que façamos. Ele nos dará sabedoria para reconhecer a necessidade genuína e discernir entre uma oportunidade e uma distração (Tiago 1:5).

Às vezes, as pessoas estão tão abatidas pelas provações e dificuldades da vida que precisam de alguém disposto a ser um amigo a longo prazo. Esta pode ser uma relação difícil, mas muito gratificante também. As igrejas locais podem ser uma grande ajuda para as pessoas com um fardo pelos que estão passando por necessidade. No entanto, tentar ajudar alguém relutante a tomar todas as medidas necessárias para uma solução pode ser uma causa perdida. Mais uma vez, orar por sabedoria de Deus e exercitar o discernimento que Ele dá são passos cruciais nessas situações.

3. Vida Justa

“Balança enganosa é abominação para o SENHOR, mas o peso justo é o seu prazer.” (Provérbios 11:1)

Muitas vezes as pessoas não são honestas consigo mesmas e com outras, querendo aparentar um status social irreal, muito acima da sua verdadeira condição sócio-econômica, tomando assim decisões financeiras imprudentes para impressionar os outros, efetuando gastos desnecessários, endividando-se, acarretando sérios problemas financeiros e até jurídicos resultantes de processos judiciais de cobrança, penhora de bens, negativação do nome nos órgãos de proteção ao crédito, etc.

A justiça é o começo da disciplina financeira. Riqueza sem justiça é como uma bomba-relógio nas mãos de um terrorista: Está escrito: É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça. (Provérbios 16:8 - NVI).

4. O Desafio de Economizar e a Poupança Como Hábito

Falar em economizar, poupar, para muitas pessoas hoje em dia pode parecer um grande desafio.

De fato, para pessoas que estão financeiramente situadas abaixo da linha da pobreza, afigura-se impossível poupar dinheiro, porque ninguém poupa o que não tem. Mesmo assim, se examinarmos com atenção e minúcia o dia a dia dessas pessoas, perceberemos que poderiam economizar nos seus gastos com energia elétrica, água, etc.

Já tive oportunidade de integrar um grupo itinerante que visitava famílias pobres na periferia da cidade, para orar e evangelizar, e nessas visitas eu percebia que as pessoas transitavam dentro da casa, e deixavam a luz acesa ao sair do banheiro, do quarto, etc.

Você tem esse mau hábito? Ou conhece alguém que o tenha?

Entenda que o mais importante é o desenvolvimento de uma nova mentalidade, e de novos e saudáveis hábitos de vida, porque tudo começa na mente, com uma atitude, e, a transformação interior passará a moldar o mundo à nossa volta.

Comece pouco a pouco

Você pode começar poupando 1% do seu orçamento, e depois ir aumentando mês a mês.

Comemore as Pequenas Economias

Mesmo que você só seja capaz de reservar $10, concentre-se no fato de que você está economizando algo.

Dê a si mesmo permissão para começar devagar. Se você economizar $10 toda semana, você terá $520 no final do ano. Enquanto você estiver indo na direção certa, você está focado no que realmente importa: estabelecer o hábito de poupar.

Configurar Transferências Automáticas

Configurar transferências automáticas de sua conta corrente para sua conta poupança pode fazer com que você comece a economizar dinheiro sem pensar nisso — assumindo que você tenha um orçamento em vigor e conheça suas despesas e metas de poupança.

Se sua conta-corrente e poupança estiverem no mesmo banco, isso será mais fácil de fazer. Você simplesmente abre o número de contas de poupança que precisa para seus diferentes objetivos e, em seguida, configura transferências mensais (ou semanais) automáticas a partir de sua verificação para suas economias.

O cigarro que se transformou em casa

Já enveredando para a conclusão deste manual prático de como bem lidar com o dinheiro sob a ótica cristã, gostaria de compartilhar contigo, um fato ocorrido há vários anos, com um um homem chamado Ricardo.

Ele tinha o mau hábito do tabagismo, fumava quatro maços de cigarros por dia.

Ele era um profissional habilidoso na construção de casas, tinha bons conhecimentos de fundação, alvenaria, instalação elétrica e hidráulica, etc.

Havia comprado um terreno e ele mesmo construiu sua.

Era muito magro e um tanto debilitado por causa do vício do cigarro, muitas vezes ficava doente e impossibilitado de trabalhar, o que resultava em problemas financeiros.

Certa feita ele veio conversar comigo, em busca de aconselhamento, de como poderia melhorar suas finanças.

Nos sentamos, eu peguei um papel e uma caneta, porque naquela época ainda não tínhamos as facilidades que temos hoje, com o celular fazendo quase tudo para nós. Então, indaguei quantos maços de cigarro ele fumava diariamente, ele me respondeu que eram quatro. Indaguei quanto custava cada maço de cigarros, anotei tudo no papel, fiz cálculos de quanto ele teria em alguns anos se deixasse de fumar e aplicasse o dinheiro para obter rendimentos.

Ele ficou muito espantado com o valor da quantia, mesmo assim não acreditei que aceitasse meu conselho. Entretanto, passados alguns anos, o encontrei novamente, e ele me relatou que havia seguido a risca minha recomendação, e com o dinheiro poupado construíra uma nova casa, melhor e mais ampla, e que havia alugado a casa antiga, e vinha guardando o valor do aluguel para, futuramente, construir sua terceira casa a qual venderia com boa margem de lucro, para construir outras mais, tornando-se um empresário da construção civil.

Perceba que Ricardo já estava num processo de evolução, de poupador para investidor.

O ticket que virou carro

Eu teria ainda vários exemplos verídicos de pessoas que aconselhei e que progrediram financeiramente, obviamente não citarei todos, mas resumidamente cito o caso de uma moça que queria muito comprar um automóvel, trabalhava numa empresa como mecanógrafa, mas seu salário não permitia pagar uma prestação de financiamento.

Ela me procurou, conversamos e eu identifiquei que a mesma recebia o ticket ou vale-alimentação da empresa onde trabalhava.

Orientei-a que passasse a levar a comida de casa e economizasse os tickets, e ela fez isso.

Também tinha habilidade com tricô de lã, e por minha recomendação passou a produzir e vender peças por encomenda.

Igualmente passou a realizar trabalhos avulsos de mecanografia para terceiros, canalizando o dinheiro auferido para a poupança destinada à aquisição do veículo.

Em cerca de dois anos ela conseguiu comprar um automóvel usado, pagando à vista.

Como eu disse, poderia citar aqui outros belos exemplos, mas para não me estender em demasia fico com esses dois casos concretos, talvez em outra oportunidade eu traga mais relatos de casos de sucesso.

Por esses exemplos podemos constatar, que sempre podemos economizar em algo, cortar algum gasto supérfluo, e poupar dinheiro para investi-lo futuramente, até mesmo deixando alguma herança para os descendentes, como lemos em Provérbios: O homem de bem deixa uma herança aos filhos de seus filhos, mas a riqueza do pecador é depositada para o justo. (Provérbios 13:22 - ACF)

Minimalismo

Precisamos romper com os velhos paradigmas da prevalência do “ter” sobre o “ser”.

Muitas pessoas hoje em dia, especialmente os mais jovens, estão repensando a vida e percebendo a escravização do consumismo desenfreado.

Vem ganhando força a filosofia do minimalismo, até mesmo grandes estrelas de Hollywood estão aderindo.

Nada há de errado em possuir bens materiais. O problema de hoje parece ser o significado que atribuímos às nossas coisas: tendemos a dar muito significado a elas, muitas vezes trabalhando quase a exaustão para adquiri-las, descuidando de nossa saúde, de nossos relacionamentos, nossas paixões, nosso crescimento pessoal e nosso desejo de contribuir comunitariamente.

Quer ter um carro ou uma casa? Ótimo, aproveite! Quer criar uma família e ter uma carreira? Se essas coisas são importantes para você, então isso é maravilhoso. O minimalismo simplesmente te ajuda a tomar decisões de forma mais consciente e equilibrada, com suporte na lógica e não em emoções momentâneas.

O minimalismo é uma filosofia aplicada, uma ferramenta que pode ajudá-lo a encontrar a liberdade. Liberdade do medo. Liberdade de preocupação. Liberdade da opressão. Libertação da culpa. Libertação da depressão. Liberdade das armadilhas da cultura de consumo em torno da qual construímos nossas vidas. Verdadeira liberdade.

As Sagradas Escrituras afirmam:

"...nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos contentes com isso." (1 Timóteo 6:7-8 NVI )

Saiba mais sobre o minimalismo.

Epílogo

Espero que este ensaio literário biblicamente fundamentado, possa ajudá-lo a mudar sua visão sobre finanças, dívidas e as relações com o dinheiro.

É lógico que, para sair dos problemas financeiros, precisamos ganhar mais e gastar menos.

Buscar o aumento da renda quer seja pela economia, prestação de serviços, mudança de hábitos de vida, evitando o consumismo exagerado, adotando princípios minimalistas, comprando aquilo que for efetivamente necessário. E poupar, guardar dinheiro, investir futuramente em algum bem, ou estudo, viagem, etc.

O dinheiro não nos protege nem supre nossas necessidades, é o SENHOR, nosso Deus e Pai, que tudo provê! Se confiarmos N’Ele e agirmos com sabedoria, nada nos faltará. (Salmos 23:1; Mateus 6:31-34; Lucas 12:22-31).

Com uma base de confiança em Deus estabelecida, podemos então dar alguns passos práticos em resposta a uma crise em nossas finanças.

Podemos começar refletindo sobre como chegamos à situação difícil atual. É importante nos perguntarmos se pecamos e, consequentemente, nos colocamos nessa situação.

Se for esse o caso, precisamos nos arrepender e orar pedindo perdão.

Devemos também considerar como lidamos com nosso dinheiro, se lidamos de forma irresponsável, devemos fazer mudanças para administrar melhor nossas finanças no futuro.

Deus pode usar este momento difícil para nos ensinar e nos ajudar a crescer e amadurecer em nossa fé.

Depois de refletir, devemos fazer um plano para seguir em frente. Provavelmente teremos que fazer algumas mudanças, isso pode exigir que limitemos nossos gastos, cortando aqueles não essenciais como mencionei antes (minimalismo).

Busquemos estudar, aprimorando-nos profissionalmente, ou conseguindo um novo emprego onde possamos ter melhor salário.

Talvez tenhamos que nos humilhar e aceitar ajuda por um período de tempo até que possamos nos recuperar. Além disso, repetindo, devemos criar investimentos e planos de poupança para nos preparar para futuros contratempos financeiros.

As coisas provavelmente não mudarão para melhor da noite para o dia. É crucial que nos lembremos de nossas bênçãos, o simples fato de despertarmos a cada manhã para um novo dia já é uma benção incalculável, portanto, agradeçamos pelo que temos, como nos ensinou o Santo Apóstolo Paulo: Dêem graças em todas as circunstâncias (...) 1 Tessalonicenses 5:18

Além disso, devemos continuar a ajudar os outros, por mais difícil que seja nossa situação, sempre podemos ofertar algo para alguém. É a lei da semeadura, pela qual, aquilo que semeamos colhemos multiplicadamente. (2 Coríntios 9:6)

Uma crise financeira não é o momento para nos alienamos, em vez disso, é uma oportunidade para aplicarmos os mandamentos bíblicos e sermos testemunhas da autoridade máxima de Deus sobre a terra, confiando N'Ele para superar nossas necessidades (Filipenses 4:11-20).

Agradecimento

O autor e a Aurium Editora agradecem por sua leitura.

Mantemos 0 programa Programa Livro Para Todos, de distribuição gratuita de livros em parceria com Ministério Apostólico Voz Profética.

Em dezembro de 2021 distribuímos uma expressiva quantidade de exemplares do livro Luz Para Vencer a Depressão Natalina e do livro Como Orar Com Poder.

Isso só foi possível porque pessoas dignas e generosas contribuíram financeiramente para com o programa.

Para 2022 nutrimos a meta ambiciosa de aumentar em 40% a distribuição de livros grátis abençoando estudantes, grupos de jovens, obreiros, entre várias outras pessoas.

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